Uma BlockDAG L1 fair-launch e pós-quântica. A base técnica e econômica da rede Sophis, escrita por Marcelo Delgado. 27 páginas, 17 seções.
Por que o CRYSTALS-Dilithium ML-DSA-44 (NIST FIPS 204) é o único esquema de assinatura, por que secp256k1 e Schnorr foram excluídos, e como a implementação (libcrux-ml-dsa, Rust de tempo constante) é integrada.
O teto absoluto de 210.000.000 SPHS, decaimento suave de subsídio de ~0,94% ao mês, curva de emissão de cauda longa por ~159 anos, a eliminação de qualquer devfund on-chain e o teto voluntário de 5% vitalício da mineração do fundador.
GHOSTDAG com k=124, 10 blocos por segundo, RandomX como escolha de PoW memory-hard, defesas contra ataque de long-range (min_chain_work + max_chain_work_seen) e semântica de finalidade.
A sVM (runtime WASM baseado em Wasmtime, com medição por fuel e portões por capability), os onze slots de capability, os primitivos nativos de token na L1, e o ZK-Rollup Risc0 que provê throughput opcional na L2.
O que o time central opera e não opera (faucet, explorer, seeders DNS sim; pool de mineração, bridge, custódia não), e o racional ancorado no pivô regulatório de 2026-05-04.
As dezessete Sophis Improvement Proposals (SIP-0 a SIP-16): seis impactam o consenso e foram bakeadas no gênese; as demais são apenas especificação ou extensões de ecossistema gated por demanda.
A fonte canônica em Markdown está versionada no repositório de
referência em
github.com/sophis-network/Sophis/blob/main/Whitepaper.md.
O PDF aqui hospedado é construído a partir desse Markdown pelo
script build_pdf.py.
Quando o launch checklist estiver totalmente verde, o SHA-256 do
PDF canônico será publicado no anúncio T-72h do mainnet, para
ancorar uma única versão verificável num ponto fixo no tempo.